

Em dois dias, você terá acesso a um método clínico, discussão de casos reais e diálogos entre pares para qualificar sua abordagem com clareza, segurança e embasamento.

Esses temas já aparecem diariamente nos atendimentos:
Ainda assim, nós, psicólogas, seguimos tendo pouca formação para abordá-los de forma estruturada e segura.
O II Encontro Nacional de Psicologia do Dinheiro nasce para sanar essa lacuna, respondendo a uma pergunta:
Antes de escutar o sofrimento financeiro do paciente, cada uma de nós carrega a própria história com o dinheiro. No encontro também vamos lidar com essa dimensão.
Uma compreensão mais profunda sobre como dívida, vergonha, compulsão, dependência, escassez e conflitos familiares atravessam o setting terapêutico contemporâneo.
Apresentação prática do F.A.R.O., um modelo para ajudar psicólogas a trabalhar casos em que o dinheiro aparece como sofrimento, defesa ou repetição emocional.
Um olhar sobre posicionamento, comunicação e construção de uma prática clínica mais sustentável, diferenciada e coerente com esse campo ainda pouco explorado no Brasil.
Um encontro presencial para trocar com psicólogas que também desejam trabalhar o sofrimento financeiro com seriedade, profundidade e humanidade.
O lugar da Psicologia do Dinheiro, o crescimento do sofrimento financeiro na clínica e a importância de ampliar o olhar psicológico sobre o dinheiro na contemporaneidade.
Um olhar intersetorial sobre o endividamento das famílias brasileiras e seus efeitos emocionais, relacionais e sociais, para ampliar a compreensão sobre a dor financeira que chega ao consultório.
Relatos de psicólogas que ampliaram sua escuta clínica, transformaram sua atuação profissional e desenvolveram seu trabalho a partir da Psicologia do Dinheiro.
Iniciativas emergentes que mostram a expansão da Psicologia do Dinheiro na formação, na prática clínica e nos espaços institucionais. Para psicólogas que desejam ampliar repertório, relevância e impacto do próprio trabalho.
O que cabe e o que não cabe à psicóloga diante das questões financeiras e as possibilidades éticas e técnicas de intervenção nesse campo.
Um caminho sistematizado para sair do improviso e organizar o raciocínio clínico em casos relacionados ao dinheiro.
Discussão de um caso acompanhado de forma integrada por uma psicóloga e uma planejadora financeira, explorando possibilidades e desafios dessa atuação conjunta no cuidado ao sofrimento financeiro.
Discussão clínica sobre como o dinheiro atravessa vínculos afetivos, dependências emocionais e conflitos familiares em três situações: na vida do casal, com filhos dependentes financeiramente e no envelhecimento.
Discussão sobre posicionamento profissional, comunicação ética, construção de confiança e caminhos possíveis para atrair clientes interessados nesse trabalho.
Síntese do encontro, perspectivas de continuidade e fortalecimento da rede de profissionais interessados na Psicologia do Dinheiro.
Você sai com uma escuta mais precisa, o raciocínio clínico estruturado e uma rede de pares que entende do que você fala.
Resumindo, você sai do improviso e entra no método.
Se o dinheiro não é mais um tema periférico na clínica, as psicólogas que têm repertório para trabalhar com ele ampliam seu posicionamento e adquirem uma diferenciação profissional em um campo ainda pouco explorado no Brasil.
Esse é um dos ganhos mais importantes do encontro.

da Jornada de
Salvador 2025
Longe do consultório e das telas, estaremos em um dos maiores campi universitários do país para viver com calma uma experiência de profundidade clínica, leveza e tempo de qualidade.

Trabalharemos a Psicologia do Dinheiro como um campo clínico e interdisciplinar, não como abordagem específica.
Isso significa que, independente de sua linha clínica, você vai aprender a acolher questões financeiras com embasamento técnico e sensibilidade.
Embora tenha sido pensado principalmente para psicólogas e psicólogos interessados em aperfeiçoar seu manejo clínico, profissionais de áreas parceiras, como planejamento financeiro, são muito bem-vindos, especialmente aqueles que desejam ampliar sua compreensão sobre os impactos emocionais e relacionais do dinheiro.
Criado em 2021, é uma instituição dedicada à formação, ampliação e difusão da Psicologia do Dinheiro na prática clínica.
Fundado por Adriana Rodrigues, psicóloga clínica, professora e pioneira no Brasil na integração da Psicologia do Dinheiro à clínica. Há mais de 20 anos estuda dinheiro, subjetividade e sofrimento psíquico. Servidora da Câmara dos Deputados, onde criou e coordena programas nacionais de educação financeira e preparação para aposentadoria.
O II Encontro nasce da mesma pergunta que guia o Instituto: como oferecer à psicóloga o método que seus pacientes precisam que ela tenha?

Os Encontros só acontecem uma vez a cada dois anos e não ficam gravados.
Vagas limitadasO II Encontro é 100% presencial, em Brasília. Não existe opção de participação online, ao vivo ou gravado. Isso é intencional: a experiência do encontro só existe em sala.
Não. O II Encontro é para psicólogas clínicas que estão chegando ao tema agora, assim como para as que já têm contato com ele. Nenhum preparo prévio é exigido.
Não. O ingresso é único e dá acesso integral aos 2 dias completos. A programação foi construída como uma jornada: o Dia 1 coloca você em contato com o cenário, o Dia 2 entrega o método. Separar os dias seria perder o arco.
Sim. Todas as participantes receberão certificado digital de participação.
Sim, especialmente para estudantes que desejam ampliar seu olhar clínico sobre as questões financeiras e conhecer um campo ainda pouco explorado na formação tradicional.
O F.A.R.O. é um modelo de formulação clínica criado pela Adriana Rodrigues para ajudar psicólogas a organizarem o raciocínio clínico em casos onde o dinheiro aparece como sofrimento, defesa, conflito ou repetição emocional. O método será apresentado de forma prática durante o encontro, junto a discussões de caso e exemplos clínicos.
A educação financeira trabalha principalmente organização, planejamento e tomada de decisão financeira. A Psicologia do Dinheiro busca compreender os aspectos emocionais, relacionais, inconscientes e sociais envolvidos na forma como as pessoas vivem o dinheiro, sofrem com ele e constroem suas relações financeiras ao longo da vida.

